Bicampeão da Champions, Doué publica: “Deus é grande” e exalta Jesus no maior palco do futebol mundial

Com o mundo inteiro assistindo à festa do PSG em Budapeste, o atacante de 20 anos escolheu suas primeiras palavras como bicampeão: uma declaração de fé

O Paris Saint-Germain conquistou sua segunda Liga dos Campeões consecutiva na noite de sexta-feira, 30 de maio de 2026, vencendo o Arsenal em Budapeste. Enquanto confetes cobriam o campo e o mundo celebrava mais um capítulo glorioso do futebol francês, Désiré Doué um dos principais nomes da vitória fez o que já se tornou marca registrada: deu a glória a Deus.

Em seu perfil no Instagram, Doué publicou fotos da partida e escreveu simplesmente: “Deus é grande”. Logo após o apito final, em sua primeira entrevista como bicampeão, ele exaltou: “Thank you my Lord and Savior Jesus Christ” obrigado meu Senhor e Salvador Jesus Cristo. O jogador cristão Senny Mayulu, também do PSG, se juntou a ele no gesto de fé.

Désiré Doué tem 20 anos. Nasceu em Angers, no interior da França, em um lar de imigrantes africanos. O nome “Désiré” significa “o desejado” e a trajetória do jogador parece estar à altura do nome.

Em 2025, o PSG pagou mais de R$ 300 milhões para contratá-lo do Stade Rennais, tornando-o uma das contratações mais caras da história do clube. Em sua primeira temporada, ele foi eleito o Melhor em Campo da final da Champions League de 2025 marcou dois gols e deu uma assistência na goleada de 5 a 0 sobre a Inter de Milão em Munique. Agora, em 2026, bicampeão com o PSG em Budapeste.

Em campo, é um dos jogadores mais completos da geração: velocidade, drible, gol e visão de jogo. Fora dele, é membro ativo de uma comunidade cristã em Paris e vive de maneira discreta longe dos escândalos e da ostentação comum ao mundo do futebol de elite.

O que chama atenção na trajetória cristã de Doué não é apenas o que ele diz é a consistência. Em uma geração marcada por redes sociais, dinheiro fácil e celebridade instantânea, ele mantém o mesmo testemunho que tinha quando chegou ao futebol profissional.

Em 2025, na primeira conquista da Champions League, ele se ajoelhou no gramado de Munique, em lágrimas, e declarou em entrevista ao vivo: “Eu tenho apenas uma coisa a dizer: obrigado, Senhor Jesus Cristo”. Na publicação do Instagram, escreveu: “Depois de tantos anos de lutas… Voltar para casa de mãos vazias foi impensável. Por vocês, por Paris, pelos Campeões, pela história. Glória a Deus”.

Um ano depois, bicampeão em Budapeste e o gesto se repete. Não como roteiro ensaiado, mas como expressão natural de quem é.

O ex-jogador e embaixador cristão Kaká ele mesmo símbolo da fé dentro dos gramados comentou em uma das publicações de Doué em 2025 com uma frase que resume a comunidade invisível que existe no futebol de alto nível: “Nós pertencemos a Jesus”.

“É loucura, mas temos que ser humildes”

Em entrevista ao site da UEFA logo após o segundo título, Doué equilibrou celebração e humildade: “Empatar com o Real Madrid como único time a vencer a Champions League consecutivas é loucura. Mas temos que ser humildes”.

A declaração de sobriedade, incomum entre atletas no pico da glória, encapsula algo que vai além da personalidade individual é o reflexo de uma cosmovisão cristã que coloca o sucesso em perspectiva. Doué tem 20 anos, dois títulos da Champions e o mundo do futebol aos seus pés. E escolhe falar de humildade e de Deus.

Há algo teologicamente significativo no que Doué representa neste momento. Milhões de pessoas assistiram à final da Champions League de 2026. E no primeiro momento depois da conquista, um dos protagonistas da vitória escolheu usar aquele espaço para nomear Jesus.

Não em um culto, não em uma pregação, não em um evento cristão. No gramado, na entrevista, no Instagram com o mundo como plateia. O apóstolo Paulo escreveu: “Seja no comer, seja no beber, seja no que fizerdes, fazei tudo para a glória de Deus” (1 Coríntios 10:31). Doué não parece ter decorado esse versículo parece vivê-lo

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